Vai-se andando!
Posts tagged Sócrates
Manifesta falta de…
Jul 29th
Não tenho colocado nada aqui porque estou como os outros: com manifesta falta de tempo! Por isso, habituem-se… se estiverem para isso! Há, e boas férias…
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Crise… também por culpa própria!
Jul 17th
Nesta época de crise, a única ‘coisa’ de que Portugal está farto… é de Sócrates! Mesmo muitos daqueles que votaram nele… E enquanto ‘ele’ não sair de cena… Portugal definha, irremediavelmente!
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Desabafo educativo do dia!
Jun 22nd
Transcrevo aqui um comentário lido ‘algures’ sobre a situação da Educação em Portugal:
“Pobre país…
Já pouco resta da Educação que o Partido de José Sócrates não tenha destruído!”
Para mim, o problema nem estará no partido…
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A vingança!?
Jun 20th
Esta está Divinal… (recebida por email)
José Sócrates começou a dedicar-se à caça e, com a sua conhecida mania das grandezas, em vez de se dedicar às lebres ou às perdizes, resolveu ir ao Alasca caçar ursos.
Depois de vários dias à espreita, avistou um urso grande, apontou e abateu o animal. Estava a pular de alegria, quando sentiu uma pancadinha no ombro. Era um urso maior ainda, sacudindo a cabeça em sinal de desaprovação:
- Não deverias ter feito isso – disse o urso – Mataste um dos meus semelhantes, e agora vais ter de pagar. Preferes morrer ou ser violado ? Diante das circunstâncias, o Sócrates escolheu a segunda alternativa, entregando-se ao animal. Sobreviveu, mas jurou vingança. Um ano depois, voltou ao Alasca disposto a matar o urso que o violentara. Avistou-o, apontou e abateu-o com um único tiro. Logo sentiu uma pancadinha nas costas. Era outro urso, muito maior do que o que ele tinha matado. O bicho repetiu o discurso do ano anterior:
- Mataste um dos meus semelhantes e vai ter de pagar. Preferes morrer ou ser violado ? Sócrates nem queria acreditar naquilo ! A cena repetia-se ! Jurando vingança, entregou-se ao animal monstruoso. No ano seguinte, sedento duma desforra, voltou ao Alasca. Avistou o gigantesco urso, apontou e abateu o animal com um tiro certeiro. E sentiu outra pancadinha nas costas. Era um urso descomunal, que disse:
- Diz-me a verdade, tu não vens aqui p’ra caçar, pois não ?!
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O Respeito não se compra, conquista-se!
Mar 17th
E só o conquista quem o merece…
Internamente, a falta de credibilidade do nosso Primeiro Ministro José Sócrates (Trocas-te) é tal, que o respeito pela sua figura é muito frágil.

É certo que ganhou a ultimas eleições, mas, desconfio que para a sua imagem, o resultado dessa ultima vitória lhe irá sair muito caro… Pelo menos assim espero!
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Recessão, depressão, recuperação!
Mar 11th
Recebido por email… e achei por bem partilhar!
“Recessão é quando o vizinho perde o seu emprego,
depressão quando perdes o teu,
e recuperação quando Sócrates perder o dele”
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Sócrates: Licenciatura?
Feb 18th
Hoje, recebi mais esta… por email! Embora já não tenha dúvidas, porque os esclarecimentos são demais elucidativos, aqui fica:
Mais uma que os bananas dos portugueses vão engolindo…que pena que não se “engasguem” a sério.
Ontem, foi divulgado este documento
:
Ontem, ao anunciarem a existência de um segundo certificado de José Sócrates, abri o respectivo PDF, entretanto disponibilizado pelo Jornal “PÚBLICO”.
Não me detive nas classificações. Verifiquei que o documento estava datado ( 96/08/26), assinado pelo chefe da secretaria e…e… como sempre, os meus olhos detiveram-se em dois pormenores sem importância: no papel timbrado da Universidade Independente, no rodapé, entre outras informações, constam o endereço (físico e electrónico) e os números de telefone e de fax ( 351 21 836 19 00 e 351 21 836 19 22). Só que,… em 1996, os números de telefone não apresentavam os indicativos 21, 22, 290, mas sim, 01, 02, 090… etc, como aliás, pude confirmar (a alteração só foi feita em 31 de Outubro de 1999).
Um pouco mais à frente, consta ainda, um código postal composto por sete algarismos (1800-255), o que é deveras estranho, uma vez que só em 1998 começa a ser utilizada esta nova forma de indicação.
Conclusão: o certificado parece ter sido emitido, não em 26/08/1996, mas em data posterior a 31 de Outubro de 1999.O problema (“o maior dos problemas”) reside no facto de o Gabinete do primeiro-ministro já ter esclarecido, que a data válida era mesmo a do certificado que se encontra na Câmara da Covilhã.
“
Mais um erro administrativo, que só pode ser imputado à UNI” (dirá o Gabinete do primeiro-ministro).
Esta ultrapassou largamente as minhas expectativas…de tão básica que é!!!…”
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Posts antigos sobre Sócrates
Feb 5th
De repente, dei por mim a fazer uma pesquisa aqui no blog sobre o nome Sócrates…
O meu primeiro post sobre Sócrates é uma anedota, uma piada (pelo menos desde a última versão do blog, depois de ter perdido todo o conteúdo mais antigo). Foi colocado a 20 de Outubro de 2007 e o conteúdo era este:
Descodificação do nome SÓCRATES
S* alazar
O* utrora
C* aiu;
R* egressou
A* gora
T* ransformado
E* m
S* ocialista
Enfim, a piada mantém-se! E Sócrates mantém-se no governo! É uma piada trágica… para os portugueses!
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O Salazarismo voltou!
Feb 3rd
Somos uns Otários, uns lorpas, uns atrasados mentais, porque comemos e calamos:
O fim da linha, de Mário Crespo .
Da crónica do jornalista Mário Crespo, publicada no sítio do Instituto Sá Carneiro, após ter sido rejeitada, em 31-1-2010, no Jornal de Notícias, dirigido por José Leite Pereira:
«Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora [26-1-2010], que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.»
Hoje, 1-2-2010, o problema, que Mário Crespo era para o poder socratino, teve finalmente «solução».
O governo socratino respondeu logo à divulgação do caso, mas não desmentiu: «O Governo não se ocupa de casos fabricados com base em calhandrices»… O JN desculpa-se que foi Mário Crespo quem «decidiu retirar o texto de publicação»…
Muitos, ingénuos, ainda não compreenderam a causa principal da popularidade do primeiro-ministro: julgam que o poder socratino é apenas a projecção da adesão popular, com causa mística ou fluência demagógica, e não a consequência do esforço, árduo, meticuloso e sistemático, de controlo dos media e de perseguição da liberdade de expressão. Outros, pelo contrário, comeram e calaram – os mesmos que, nos próximos anos, havemos de ouvir dizer, desavergonhadamente, que não sabiam de nada. A deriva autoritária socratina teve essa causa, esta promiscuidade e aquela ingenuidade.
Pós-Texto 1 (9:35 de 2-1-2010): O CM, de 2-1-2010, conta mais pormenores sobre o caso da solução para Mário Crespo. O «executivo de televisão» na alegada «conversa» num restaurante, em Lisboa, em 26-1-2010, em que «o Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão», terão discutido a «solução» para o «problema» de Mário Crespo, era o director de Programas da SIC, o jornalista Nuno Santos, além de Bárbara Guimarães, mulher de Manuel Maria Carrilho. Este é mais um incidente, entre tantos, em que se revela uma promiscuidade insalubre entre o Governo e os dirigentes dos media dominados pelo poder. São muito lá de casa…
Pós-Texto 2 (14:55 de 2-2-2010): Afinal, a situação é mais grave. O Expresso Online, de 2-2-2010 (via Blasfémias), explica que, alegadamente, foi Sócrates quem se dirigiu à mesa onde Nuno Santos almoçava com Bárbara Guimarães e, exaltado, invectivou o director de programas da SIC sobre Mário Crespo:
«Segundo fontes da estação contactadas pelo Expresso, a conversa decorreu no dia de apresentação ao Parlamento da proposta de Orçamento de Estado para 2010, durante a hora de almoço, no Hotel Tivoli, em Lisboa.
Iniciativa da conversa foi de Sócrates
Segundo as mesmas fontes, terá sido José Sócrates e os seus dois ministros dos Assuntos Parlamentares e da Presidência (Jorge Lacão e Silva Pereira) a dirigirem-se à mesa onde se encontrava Nuno Santos a almoçar com a apresentadora de televisão Bárbara Guimarães.
Em tom exaltado e facilmente audível pelos presentes no restaurante, o primeiro-ministro terá tido a iniciativa de falar de Mário Crespo e do conteúdo do seu noticiário, considerando mesmo que o jornalista deveria “ir para o manicómio”. “Definiram-me como um problema que teria de ter solução”, escreveu Mário Crespo na crónica censurada.
Nuno Santos confirmou palavras do primeiro-ministro
A informação sobre o teor desta conversa chegou ao conhecimento de Mário Crespo, não através dos seus colegas da SIC, mas através de um e-mail “de uma pessoa que estava presente no restaurante e me transmitiu o que ouviu”, disse o jornalista ao Expresso.
Crespo confirmou, em seguida, as informações junto de Nuno Santos e de Bárbara Guimarães, antes de escrever a sua habitual crónica destinada ao “Jornal de Notícias”. Aliás, no artigo – que seria recusado pelo director do JN por, alegadamente, a informação não ter sido confirmada – Mário Crespo sublinha que o relato “é fidedigno”.»
Amanhã ninguém tem culpa, nem sequer votaram neles. Foi assim depois do 25 de Abril.
Recebido por email (autor desconhecido).
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