Posts tagged Política

Ajudem a Tartaruga a descer do Poste!

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Enquanto suturava um ferimento na mão de um velho almeida, cortada por um caco de vidro indevidamente jogado no lixo, o médico e o paciente começaram a conversar sobre o país, o governo e, fatalmente, sobre o Sócrates.

O velhinho disse:
“Bom, o senhor sabe… o Sócrates é como uma tartaruga em cima do poste…”.
Sem saber o que o almeida quis dizer, o médico perguntou o que significava uma tartaruga num poste

E o almeida respondeu:
“É quando o senhor vai indo por uma estradinha, vê um poste e lá em cima tem uma tartaruga tentando se equilibrar”.
Isso é uma tartaruga num poste.
Diante da cara de interrogação do médico, o velho acrescentou:
Você não entende como ela chegou lá;
Você não acredita que ela esteja lá;
Você sabe que ela não subiu lá sozinha;
Você sabe que ela não deveria nem poderia estar lá;
Você sabe que ela não vai fazer absolutamente nada enquanto estiver lá;
Você não entende porque a colocaram lá;
“Então tudo o que temos a fazer é ajudá-la a descer de lá, e providenciar para que nunca mais suba, pois lá em cima definitivamente não é o lugar dela”.

Dia 5 de Junho, ajudem a Tartaruga a descer do Poste!

 

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Vamos comparar?…

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Recebi estes dados por email e, apesar de naturalmente não os ter confirmado, resolvi divulgar:

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Diálogos do Cara**o!

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Surrupiei este diálogo ao Arcebispo da Cantuária:

- Estamos a ir ao fundo.
- Eu sei.
- Chama o nadador-salvador.
- Chama tu.
- Chama tu.
- Chama tu.
- Tu é que estás a remar. Chama tu.
- Já não estou! Olha para mim! Chama tu.
- Eu não, chama tu.
- Para te armares em forte? Chama tu.
- Tu é que estás armado em bom e não queres que as pessoas na praia vejam que foste tu que chamaste.
- Eu não preciso de chamar.
- Mas estamos a afundar.
- Eu sei. Então chama o nadador-salvador.
- Eu não chamo. Chama tu se achas que precisas.
- Eu acho que precisamos mas quem tem que chamar és tu.
- Não, não chamo. Queres os remos?
- Eu? Agora não! Só depois de vir o nadador-salvador.
- Então chama-o.
- Quem tem que chamar és tu.
- Eu não chamo.
- Mas estamos a afundar.
- Pois estamos.
- Sabes nadar?
- Eu sei, e tu?
- Eu também.
- Ah! Então que se lixe o barco! Nem é nosso!

É que é mesmo isto que se passa por cá! Fazendo juz ao ditado: Pimenta no cú dos outros para mim é refresco!

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Palermice do dia

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Sabem qual é o programa de televisão que o Catroga mais aprecia?

- “Lá em casa tudo bem!”

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Mentira na Educação

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Divulgo aqui um email que me foi reenviado! Confesso que a notícia que deu azo a esta resposta me passou completamente despercebida. Infelizmente, sou dos que já não acredita que lutar contra a publicidade enganosa valha a pena! É um desperdício de energia!… mas:

MENTIRA-EDUCAÇÃO – Expresso 24.07.2010

Se todos os professores tivessem esta coragem e poder reflexivo, argumentativo e lucidez, não nos “usariam” de qualquer forma. Bem haja este colega. Uma carta muito bem escrita… Com todos os “pontos nos iiiiii”

Exmº Senhor Director do Expresso

Agradecia a V. melhor atenção à carta que mando a V. Exª, em anexo

Com os melhores cumprimentos

Exmº Senhor

Director do Expresso

Ao ler o conteúdo das páginas centrais do caderno Economia do Expresso de 24 de Julho, com o título “Falta de Educação”, instalou-se em mim uma certa indignação pela forma como se “brinca” com números e percentagens manipulando-se assim a opinião pública.

Na página 13, quando se foca “O fraco retorno do investimento no ensino” pode ler-se na introdução: “Portugal gasta o mesmo que outros países em educação…” e, numa caixa do lado direito com o título “Igual nível de despesa”, vai-se ainda mais longe quando se compara directamente Portugal com a Finlândia e se fazem afirmações tais como: “Portugal gasta o mesmo e tem os piores resultados internacionais… Portugal gastou 5,3% do PIB em Educação… e a Finlândia que tem os melhores resultados do PISA, gastou pouco mais que Portugal: 6,1% do seu PIB (dados de 2006).”

Exmº Senhor Director

Porque tenho 25 anos de ensino a dar e a gostar de dar aulas, porque sou professor de Matemática, licenciado pela Universidade de Coimbra e também porque tive oportunidade em Maio último, de conhecer a realidade de uma escola comum da capital finlandesa, permita-me que apresente uma análise ligeiramente diferente destes dados.

Antes de o fazer, esclareço ainda que sou filiado no partido Socialista, não sindicalizado, membro de uma assembleia de freguesia eleito por este partido, e que me entristece constatar que possivelmente estejam a ser usadas pessoas com análises deste tipo para justificar medidas puramente economicistas, implementadas pelo governo na área da educação de forma autoritária, sem diálogo nem qualquer participação das entidades que deveriam ter participado, aplaudidas (pelo menos com o silêncio) por toda a oposição de direita até mesmo pelas autarquias desse quadrante político. Falo do fecho de escolas e dos mega-agrupamentos.

Estes textos, saídos no expresso, servem também, para mais uma vez denegrir a Escola pública e sobretudo o trabalho dos seus profissionais contribuindo de forma significativa para desprestigiar a nossa profissão. É lamentável.

Voltemos aos números: A Finlândia gasta 6,1% do seu PIB, pouco mais que Portugal que gasta 5,3% !!! Só por estes números, significa que a Finlândia gasta mais 15,1% que Portugal [( 6,1-5,3)¸5,3´100 = 15,1% ]. Isto não é “pouco mais”!

Mesmo assim não fiquei contente e fui fazer uma investigação na net. O PIB da Finlândia em 2008 (as percentagens anteriores eram de 2006 mas estou convicto que as alterações na análise não serão significativas) foi de 287.600 milhões de dólares e em Portugal foi de 255.500 milhões de dólares. Feitas as contas, da mesma forma que as anteriores, concluímos que o PIB da Finlândia é superior ao português em 12,6%. Isto, para mim, também não é “pouco mais”.

Mas, mais significativo que as duas “correcções” anteriores, é o facto de os finlandeses serem 5,3 milhões e os portugueses serem 10,6 milhões. Façamos mais um exercício: calculemos 5,3% do PIB português e dividamos pela população (não sei o número da população escolar mas estou convicto que se usássemos esse número os resultados seriam ainda mais esclarecedores) e façamos o mesmo com a Finlândia. O que se conclui, senhor Director, é que em Portugal gasta-se 1.277,5 dólares por ano e por cidadão em educação, e na Finlândia 3.310,1 dólares. Para alguns é “pouco mais” mas, na minha modesta opinião, é quase o triplo!

Acresce ao que foi provado que, segundo dizem, a Finlândia investe assim em educação há pelo menos cem anos e Portugal que começou há trinta anos tem agora responsáveis que acham que se deve começar a desinvestir!

Já estamos habituados a ver os nossos dirigentes desportivos a transformarem derrotas em vitórias morais mas, agora também na educação, alguém quer transformar claras derrotas (Port-1: Finl-3) em empates…

Agradecia, Sr. Director e senhores jornalistas, que encaminhassem este texto ao senhor jornalista João Silvestre e agradecia receber algum feedback vosso e dele.

A mensagem não deixa dúvidas… e eu deixo apenas um conselho:

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Bússola Eleitoral

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Descubra o seu posicionamento no panorama político português nas eleições legislativas de 2009. Afinal de contas, faltam apenas duas semanas…

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