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DO MOVIMENTO PARA A UNIDADE E MOBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES

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DO MOVIMENTO PARA A UNIDADE E MOBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES

http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/ 

É HORA!
Segundo ouvi dizer, na próxima sexta-feira a Ministra da Educação vai reunir com todos os Presidentes dos Conselhos Executivos e Presidentes dos Conselhos Pedagógicos de todas as escolas.

Segundo consta, não há ordem de trabalhos! Por que será?

ESSE SERÁ UM MOMENTO ÚNICO NO PROCESSO QUE OPÕE OS PROFESSORES E EDUCADORES PORTUGUESES AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO!

ESSE SERÁ UM MOMENTO-CHAVE PARA O SUCESSO FINAL DE TUDO O QUE MAIS DE 100.000 PROFISSIONAIS REIVINDICARAM NA MARCHA DE 8 DE MARÇO DE 2008, EM LISBOA.

ESSE PODERÁ SER UM MARCO HISTÓRICO NA EDUCAÇÃO EM PORTUGAL, ASSIM OS PARTICIPANTES DEMONSTREM FIRMEZA (DE HERÓIS, SE FOR NECESSÁRIO!).

NAS ESCOLAS, VAMOS TODOS AOS CONSELHOS EXECUTIVOS “EXIGIR” AOS COLEGAS – NOSSOS REPRESENTANTES, ELEITOS POR NÓS – QUE, NESSA REUNIÃO, TOMEM UMA POSIÇÃO DE FORÇA INABALÁVEL!

VAMOS FAZER SENTIR, AOS NOSSOS REPRESENTANTES, QUE QUEREMOS QUE LEVEM AO CONHECIMENTO DA SRA. MINISTRA A NOSSA DETERMINAÇÃO EM NÃO ABRANDAR A LUTA!

…e, se forem todos de LUTO, a Sra. Ministra pode não ouvir, mas há-de ver!

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Mais uma opinião Independente…

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MINISTRA DA EDUCAÇÃO – Grande entrevista – Judite de Sousa 06/03/2008
Não sou professor e confesso que ainda não me tinha debruçado sobre a luta dos professores. Sempre achei que os professores gozavam condições laborais excepcionais.

Hoje, finalmente, tive o privilégio de assistir a uma entrevista com a Ministra da Educação, na RTP 1.
Estive atento ao que foi dito e fiquei pasmado!!!

Senão vejamos,
1 – A ministra referiu que os professores protestam e estão revoltados, porque estão mal informados sobre o modelo de avaliação que, bem pelo contrário, até os beneficia.

Sra. Ministra…… Será que tal se deve ao facto de todo este sistema ter sido implementado à pressa e a Sra. Ministra não ter sabido informar convenientemente os professores do que se iria passar? Acha honesto implementar um sistema de avaliação no final do 2º período? Não deveria a ministra ser avaliada por isto?

Os professores estão confusos Sra. Ministra……
2 – A Sra. Ministra revelou que agora existem quotas de avaliação! Não pode haver mais de “n” professores numa determinada escola com classificação de Excelente, pois tal significaria que os critérios de avaliação, naquela escola, deveriam ser revistos, de forma a distinguir os professores realmente “excelentes”.

Sra. Ministra. E as escolas que só tenham professores Excelentes, não estaremos a classificar alguns, injustamente, como Muito Bons, Bons ou mesmo maus. Deverá a escola recusar-se a avaliar se exceder o número de candidatos a Excelente ou a Muito Bom? Talvez atirar a moeda ao ar? E as escolas que só tenham professores maus? Serão alguns destes classificados de Excelentes?

3 – A Sra. Ministra, com orgulho, refere que os resultados dos alunos estão a melhorar. Num laivo de humildade, refere que tal não se deve à Ministra, mas sim ao trabalho aplicado dos professores.

Sra. Ministra. Não será porque os professores têm maior hipótese de progredir na carreira se derem boas notas? Como poderemos ter ensino de qualidade, sem exigência? Será que, por facilitismo do sistema, vamos ter licenciados que não saberão escrever correctamente o seu nome?

Não sei se a Sra. Ministra tem filhos. Se os tiver, é bem possível que estejam a estudar para entrar no curso de medicina. Ficaria a Sra. Ministra satisfeita se a sua filha não entrasse, porque numa escola problemática os professores deram “n” Excelentes notas a alunos medianos? Ficarão os pais satisfeitos com o risco que os seus filhos correm? Tiro-lhe o chapéu. De facto a economia precisa de trolhas, picheleiros e afins. Talvez esse, quem sabe, possa ser o futuro dos seus filhos, sem desprimor para as profissões enumeradas.

4 – Quando a Judite de Sousa questionou a ministra, se esta, na qualidade de professora, caso estivesse a leccionar este ano, se juntaria ao protesto em Lisboa agendado no próximo Sábado (08/03/2008), surpreendentemente, a ministra respondeu que não estava em condições de responder, porque não se encontra a leccionar no corrente ano lectivo!!!!!!!!

Sra. Ministra, se tem dúvidas e não tem a certeza do que está a fazer, do que vem defendendo acerrimamente ao longo destes últimos meses, então, por favor, DEMITA-SE.

5 – Estará a Sra. Ministra a defender os direitos dos professores, ao nada referir quanto à violência física e psicológica a que cada vez mais professores estão sujeitos, praticada pelos alunos e encarregados de educação?

Chego à conclusão que sim. A Sra. Ministra até incentiva os professores a dar notas boas. Talvez seja essa a solução.
Não interessa a motivação dos professores e o seu papel na transmissão de bons valores.
Por último tenho uma sugestão:
- Porque não despedir todos os professores e passar administrativamente todos os alunos com nota 20? Já viu a REDUÇÃO DE CUSTOS que a Sra. Ministra conseguia? E o brilharete que Portugal faria nas estatísticas da União Europeia? Tentador….não?
Felicidades.

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Turma 9ºC do Carolina Michaelis

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Acabei de ouvir no Canal 1 da RTP, que 60% dos alunos da turma do 9ºC do Carolina Michaelis (a turma do famoso video no YouTube) reprovariam no final deste ano lectivo, se fossem tomados em consideração os seus resultados escolares deste 2º Período. Será interessante saber qual a percentagem dos que efectivamente vão reprovar, para termos um exemplo daquilo que a Ministra afirma não existir nas nossas escolas: FACILITISMO.

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Maria de Lurdes Rodrigues na tropa.

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Já tenho esta foto no meu computador há bastante tempo (uns meses). Parece que não tem nada de especial, mas, se eu disser que me faz lembrar o que seria a ministra Maria de Lurdes Rodrigues na tropa!… ou então o sr. eng. Sócrates… Estou a fazer-me entender?!

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No parlamento, a oposição chumba ministra.

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Esta terça-feira o parlamento discutiu a política de Educação do Governo. Uma interpelação ao executivo que foi agendada pelo Partido Comunista e durante a qual a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, apesar das críticas insistentes da oposição, voltou a defender as políticas que tem seguido. No debate da interpelação do PCP sobre Educação, na Assembleia da República, o deputado comunista António Filipe foi o mais crítico afirmando que o Governo «sai desta interpelação com a arrogância com que entrou».
«Ficou muito claro que um dos problemas da educação em Portugal e que o governo se recusa aprender. A sua política educativa já caiu irremediavelmente no fundo», salientou o deputado do comunista.
Maria de Lurdes Rodrigues, e o Governo, insistiu num balanço de três anos de governação como a maior «eficiência na organização das escolas».
O PSD, pela voz de Pedro Duarte, disse que os sociais-democratas «estão preparados para reabrir a discussão da [sobre a avaliação dos professores] e, se a ministra assim decidir, o PSD traz já amanhã para o parlamento a sua proposta de avaliação dos docentes».
Ana Drago, deputada do Bloco de Esquerda, perguntou por duas vezes qual a solução para a contestada avaliação, que originou a manifestação de 100 mil professores, ou se a ministra achava que tinha condições para continuar «a fingir uma política educativa».
«A minha obrigação não é dar as respostas que a senhora deputada quer ouvir. A minha obrigação é responder com resultados. Respondo com aquilo que faço, com a política educativa», respondeu a ministra.
Este tipo de resposta levou Ana Drago a dizer que a ministra «não quer ou não sabe dar respostas» e por isso «está chumbada».
António Filipe, a meio do debate, dizia, com ironia, que ainda tinha esperança de ouvir Maria de Lurdes Rodrigues responder.
António Filipe tinha, aliás, lançado uma outra pergunta sobre quando pensava o Governo pagar aos professores as aulas de substituição, depois de uma decisão nesse sentido dos tribunais.
José Paulo Carvalho, deputado CDS-PP, fez a contabilidade e concluiu que, das nove perguntas feitas pela sua bancada, «apenas três foram respondidas».
Fonte: TSF Online

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