Vai-se andando!
Posts tagged Jogos Olímpicos
Solar City Tower
Jun 4th
A Torre das Olimpíadas de 2016…Rio de Janeiro!

O desafio passou por conceber uma estrutura vertical localizada na ilha de Cotonduba que, além de ter a função de torre de observação, se torne num símbolo de boas-vindas para quem chegar ao Rio de Janeiro por via aérea ou marítima, uma vez que esta será a cidade anfitriã dos Jogos Olímpicos de 2016.
Projectada pelo gabinete RAFAA, sedeado em Zurique, na Suíça, e denominada «Solar City Tower», esta estrutura foi escolhida como a resposta adequada à proposta inicial e tem a potencialidade de gerar energia suficiente não só para a aldeia olímpica, como para parte da cidade do Rio.
A sua concepção permite-lhe aproveitar a energia solar diurna através de painés localizados ao nível do solo, ao mesmo tempo que a energia excessiva produzida é canalizada para bombear água do mar pelo interior da torre, produzindo um efeito de queda de água no exterior. Esta água é simultaneamente reaproveitada através de turbinas com o objectivo de produzir energia durante o período nocturno.
Estas características permitem atribuir o epíteto de torre sustentável a este projecto, dando continuidade a alguns dos pressupostos do «United Nation?s Earth Summit» de 1992, que ocorreu igualmente no Rio de Janeiro, contribuíndo para fomentar junto dos habitantes da cidade a utilização dos recursos naturais para a produção de energia.
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Midnight Oil – Beds Are Burning
Oct 21st
Eu estive lá, na bancada, minutos depois de ter terminado a Maratona… Ui! Que dor de pernas! Jogos Olímpicos de Sydney 2000
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Mais medalhas dos Jogos Olímpicos de Pequim
Aug 26th
O blog Maldição do Dia (Comentários estúpidos sobre uma sociedade estúpida), conforme se auto-define, atribuiu os prémios: Personalidade Portuguesa dos Jogos Olímpicos de Pequim (Medalha de Bronze, Prata e Ouro). É certo que é em tom jocoso, mas, assim se vão dizendo algumas verdades… (Sigam o link e vejam quem ganhou as medalhas!).
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Rescaldo dos Jogos Olímpicos
Aug 25th
Estamos em fase de rescaldos e de apreciações globais sobre estes Jogos Olímpicos que terminaram. Podia escrever aqui muita coisa, mas, no geral, não deveria ser muito longe do que vi escrito no DN Online. É um artigo que não vêm assinado mas que explana coerentemente uma análise realista (quanto a mim):
A derrota de Portugal na vitória da Europa
Há muitas maneiras de olhar para o quadro de medalhas ganhas pelos diversos países nos Jogos Olímpicos. De uma forma geral, o mundo faz a contabilidade principal dando preferência às medalhas de ouro – e aí ganhou a China (51) e com larga vantagem (36 para os EUA), invertendo de forma brutal a história da competição. Os Estados Unidos desta vez preferiram contabilizar pelo total – porque é a única forma de ficarem em primeiro: 110 contra as 100 do gigante asiático.
A União Europeia, por seu lado, pode e deve fazer uma contabilidade também própria. Neste espaço civilizacional, agora de 27 países, conquistou-se um total de 280 medalhas, 87 das quais de ouro.
Sem planos estatais específicos para esta Olimpíada, apenas como consequência de um normal investimento dos diversos governos e do rendimento que resulta da qualidade de vida deste espaço, a União Europeia somou mais medalhas que China e Estados Unidos juntos, e igualou o número de medalhas de ouro. Descontando o efeito de ter apresentado muito mais atletas, ainda assim estes resultados têm significado. É um excelente resultado para a União Europeia.
E é no contexto da União Europeia que devem ser apreciados os resultados do desporto português: normais em relação ao que estamos habituados, francamente maus se os considerarmos na realidade do espaço em que nos inserimos.
Algumas notas:
- Dos 27, apenas Luxemburgo, Malta e Chipre não tiveram medalhas;
- Grã-Bretanha (47 medalhas) e os países do eixo, Alemanha (41) e França (40), repetem no desporto os índices da economia;
- Itália (28) e Espanha (18, só menos quatro do que em Barcelona/92) cumprem o seu papel;
- A Holanda (16, com 7 de ouro) foi a estrela, a par do crescimento da Grã-Bretanha, rumo à organização dos próximos Jogos;
- Portugal (2) contribui com o mesmo número da Bélgica e da Estónia, no último lugar, atrás de Letónia, Áustria e Irlanda (3), Finlândia e Grécia (4), Suécia, Bulgária e Eslovénia (5).
Ou seja, o desporto retrata quase exactamente alguns outros índices económicos e sociais, e em todos Portugal anda pela cauda da União.
Esta situação deve ser um desafio ao Governo do País. José Sócrates, com habilidade política, afastou-se dos resultados, até por força da não deslocação a Pequim (enviou Pedro Silva Pereira e Laurentino Dias), mas não pode desresponsabilizar-se em relação ao futuro – ele e quem eventualmente possa ocupar as funções de primeiro-ministro no futuro. O Estado tem de canalizar mais verbas para o desporto de alta competição, e para a preparação do ciclo olímpico. E tem, igualmente, de ser bastante exigente para com o movimento associativo, ao qual, a partir de hoje, tem pelo menos a obrigação de pedir um novo presidente do COP que seja menos político e mais fazedor. Para desculpas e oportunismo tivemos em Pequim que chegasse. Os factos são conhecidos e Vicente Moura deve sair.
Retirado do DN Online
Só não concordo totalmente com o título (se pensarmos meramente em termos de participação dos atletas!). Para mim, a derrota de Portugal surge apenas em termos governativos e de gestão (má gestão). Isto num país que constrói uma carrada de novos campos de futebol, e não estádios como todos têm a mania de dizer, e que a muito custo se preocupa em apetrechar as modalidades olímpicas com estruturas básicas necessárias para o desenvolvimento das diversas modalidades. Eu ainda não me esqueci do que se passou com a pista coberta prometida e que esteve os anos que esteve ao abandono. De certa forma, continuam actuais as declarações angustiadas do Fernando Mamede nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984! Noutro contexto…
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London 2012
Aug 24th

Terminaram os Jogos Olímpicos de Pequim. Agora, ‘só’ temos de esperar mais 4 anos até Londres 2012.

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Saber estar… neste país de brandos costumes!
Aug 23rd
Estou aqui a recordar-me de umas declarações proferidas á 4 anos por um indivíduo, a quem lhe pagam para tecer comentários na televisão, jornais e revistas nacionais, e que criticou levianamente as declarações de um atleta português após uma prestação menos conseguida nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004. Não posso precisar se o atleta em questão foi o Nelson Évora, cuja prestação então ficou bem aquém do esperado, mas, lembro-me perfeitamente dos comentários proferidos por Miguel Sousa Tavares, ao desabafo do atleta: “… é certo que a prova não me correu bem, estava à espera de bem melhor. Mas, paciência, serviu pelo menos para ganhar experiência!”
Pois bem, como pseudo-comentador e crítico daquilo que não sabe e não entende (o desporto), Miguel Sousa Tavares limitou-se a dizer em tom furioso: ” ganhar experiência para quê? Ele está nos Jogos Olímpicos é para fazer o melhor que sabe e não para ganhar experiência…”
De certo já não se lembra disto que disse. De certo também nunca pediu desculpas e não é agora que o vai fazer! Mas agora já ultrapassei melhor estas declarações de então. Toma lá e embrulha!
Peço desculpa por estar aqui a promover o nome desse comentador! E viva o Nelson Évora..
Outras opiniões idênticas: Zero de Conduta, Bitaites
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Seis atletas russas afastadas dos Jogos de Pequim
Jul 31st
Fraude no exame anti-doping afasta atletas russas dos Jogos
Em entrevista à uma agência de notícias, o presidente da Federação Russa de Atletismo Valentín Balajnichev disse que recebera na véspera “um e-mail em que a Iaaf anunciava a suspensão provisional das atletas Yelena Soboleva, Daria Pischalnikova, Gulfiya Khanafeyeva, Tatiana Tomashova, Yulia Fomenko y Svetlana Cherkasova”.
Membro do Conselho da Iaaf, Balajnichev afirmou que tal medida foi tomada depois que a entidade notou uma incompatibilidade entre os DNA dos exames realizados entre abril e maio (fora das competições) e entre agosto e setembro (durante o Mundial de Osaka, no Japão).
Uma terceira prova foi tomada na semana passada, e o DNA encontrado correspondia ao dos testes de abril e maio. A incompatibilidade levou a Iaaf a suspeitar que houvesse falsificação nos exames. “Lamentavelmente, tendo em vista esta decisão da Iaaf, estas atletas não poderão competir nas Olimpíadas de Pequim”, lamentou Balajnichev.
Para já, a luta anti-doping ganha 17 a zero, depois deste caso e dos 11 Halterofilistas búlgaros afastados de Pequim. Mas, o ladrão anda sempre á frente do polícia…
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