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Mais uma opinião Independente…

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MINISTRA DA EDUCAÇÃO – Grande entrevista – Judite de Sousa 06/03/2008
Não sou professor e confesso que ainda não me tinha debruçado sobre a luta dos professores. Sempre achei que os professores gozavam condições laborais excepcionais.

Hoje, finalmente, tive o privilégio de assistir a uma entrevista com a Ministra da Educação, na RTP 1.
Estive atento ao que foi dito e fiquei pasmado!!!

Senão vejamos,
1 – A ministra referiu que os professores protestam e estão revoltados, porque estão mal informados sobre o modelo de avaliação que, bem pelo contrário, até os beneficia.

Sra. Ministra…… Será que tal se deve ao facto de todo este sistema ter sido implementado à pressa e a Sra. Ministra não ter sabido informar convenientemente os professores do que se iria passar? Acha honesto implementar um sistema de avaliação no final do 2º período? Não deveria a ministra ser avaliada por isto?

Os professores estão confusos Sra. Ministra……
2 – A Sra. Ministra revelou que agora existem quotas de avaliação! Não pode haver mais de “n” professores numa determinada escola com classificação de Excelente, pois tal significaria que os critérios de avaliação, naquela escola, deveriam ser revistos, de forma a distinguir os professores realmente “excelentes”.

Sra. Ministra. E as escolas que só tenham professores Excelentes, não estaremos a classificar alguns, injustamente, como Muito Bons, Bons ou mesmo maus. Deverá a escola recusar-se a avaliar se exceder o número de candidatos a Excelente ou a Muito Bom? Talvez atirar a moeda ao ar? E as escolas que só tenham professores maus? Serão alguns destes classificados de Excelentes?

3 – A Sra. Ministra, com orgulho, refere que os resultados dos alunos estão a melhorar. Num laivo de humildade, refere que tal não se deve à Ministra, mas sim ao trabalho aplicado dos professores.

Sra. Ministra. Não será porque os professores têm maior hipótese de progredir na carreira se derem boas notas? Como poderemos ter ensino de qualidade, sem exigência? Será que, por facilitismo do sistema, vamos ter licenciados que não saberão escrever correctamente o seu nome?

Não sei se a Sra. Ministra tem filhos. Se os tiver, é bem possível que estejam a estudar para entrar no curso de medicina. Ficaria a Sra. Ministra satisfeita se a sua filha não entrasse, porque numa escola problemática os professores deram “n” Excelentes notas a alunos medianos? Ficarão os pais satisfeitos com o risco que os seus filhos correm? Tiro-lhe o chapéu. De facto a economia precisa de trolhas, picheleiros e afins. Talvez esse, quem sabe, possa ser o futuro dos seus filhos, sem desprimor para as profissões enumeradas.

4 – Quando a Judite de Sousa questionou a ministra, se esta, na qualidade de professora, caso estivesse a leccionar este ano, se juntaria ao protesto em Lisboa agendado no próximo Sábado (08/03/2008), surpreendentemente, a ministra respondeu que não estava em condições de responder, porque não se encontra a leccionar no corrente ano lectivo!!!!!!!!

Sra. Ministra, se tem dúvidas e não tem a certeza do que está a fazer, do que vem defendendo acerrimamente ao longo destes últimos meses, então, por favor, DEMITA-SE.

5 – Estará a Sra. Ministra a defender os direitos dos professores, ao nada referir quanto à violência física e psicológica a que cada vez mais professores estão sujeitos, praticada pelos alunos e encarregados de educação?

Chego à conclusão que sim. A Sra. Ministra até incentiva os professores a dar notas boas. Talvez seja essa a solução.
Não interessa a motivação dos professores e o seu papel na transmissão de bons valores.
Por último tenho uma sugestão:
- Porque não despedir todos os professores e passar administrativamente todos os alunos com nota 20? Já viu a REDUÇÃO DE CUSTOS que a Sra. Ministra conseguia? E o brilharete que Portugal faria nas estatísticas da União Europeia? Tentador….não?
Felicidades.

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Turma 9ºC do Carolina Michaelis

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Acabei de ouvir no Canal 1 da RTP, que 60% dos alunos da turma do 9ºC do Carolina Michaelis (a turma do famoso video no YouTube) reprovariam no final deste ano lectivo, se fossem tomados em consideração os seus resultados escolares deste 2º Período. Será interessante saber qual a percentagem dos que efectivamente vão reprovar, para termos um exemplo daquilo que a Ministra afirma não existir nas nossas escolas: FACILITISMO.

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Declaração de voto de vencido

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CONSELHO DAS ESCOLAS
PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE
Declaração de Voto de vencido
Votei contra o parecer aprovado pelo Conselho das Escolas (CE) relativo ao processo de avaliação de desempenho do pessoal docente, em reunião extraordinária em 12/03/2008, pelas seguintes razões:
Quem está no terreno constata diariamente da insatisfação e perturbação que todo o processo de avaliação do pessoal docente tem causado nas escolas, recentemente visíveis nos desenvolvimentos político-laborais que são de todos conhecidos.
A deliberação tomada pelo CE não descortina uma solução que apazigúe este clima de descontentamento, pelo que vejo com preocupação o futuro, nomeadamente quanto ao normal funcionamento da escola e ao seu prestígio social.
Sobre o processo de avaliação do pessoal docente, o Conselho das Escolas pronunciou-se em de 21/01/2008, tendo aprovado e dirigido ao Governo um conjunto de Recomendações que, pela sua actualidade e pertinência, se sublinham:
i.   O Ministério da Educação deve diferir o processo de avaliação de desempenho do pessoal docente, entretanto iniciado, para momento posterior ao da publicação de todos os documentos, regras e normas legais previstos no Decreto-Regulamentar 2/2008 de 10 de Janeiro.
ii.  Cumprida que esteja a publicação das normas referidas no ponto anterior, deve o Ministério da Educação conceder às escolas um período de tempo mínimo e necessário à adequação e actualização dos seus instrumentos de regulação internos, designadamente o Projecto Educativo, o Regulamento Interno e o Plano Anual de Actividades.
iii.  O Ministério da Educação deve suspender, até que sejam corrigidas, as informações que estão a ser veiculadas no fórum criado pela DGRHE sobre esta matéria e que se reputam de erróneas.
iv. Mais uma vez, este Conselho reitera junto do Ministério da Educação, o entendimento de que é manifestamente inexequível a aplicação do novo modelo de avaliação do pessoal docente, nos termos, prazos e procedimentos com que está actualmente a ser aplicado.
Ou seja, este Conselho já se pronunciou, inequivocamente, pela inexequibilidade do processo de avaliação, tal como ele se apresentava.
Cumprida que foi a sua função e por razões que o ultrapassam, constata-se que as Recomendações então emitidas não foram consideradas em toda a sua extensão pelo Ministério da Educação. Nem tinham que o ser, diga-se em abono da verdade.
Decorrido este lapso de tempo, foi por demais evidente o crescimento progressivo de um forte descontentamento nas escolas e o surgimento de claros constrangimentos organizacionais, no que tange, nomeadamente, à complexidade do sistema de avaliação, à operacionalização das fichas de avaliação, à qualidade e pertinência dos itens de avaliação, à definição de indicadores de escola, aos prazos de aplicação do modelo, à utilização como objectivos individuais de avaliação dos resultados escolares dos alunos, à definição e competência dos avaliadores e, ultimamente, a todo o quadro de contestação legal de que tem sido alvo o processo.
Tal como à data afirmámos, um processo de avaliação de desempenho do pessoal docente de tal importância e dimensão exige da parte de todos os interessados e intervenientes um cabal conhecimento do mesmo, de modo a ser compreendido e interiorizado por todos os actores, sob pena de a sua eficácia ficar irremediavelmente comprometida, dele resultarem situações jurídico-legais dificilmente sanáveis e sérios e previsíveis prejuízos no normal funcionamento das escolas.
Acresce que os últimos desenvolvimentos vieram mostrar, também, que os próprios destinatários do processo de avaliação não lhe reconhecem mérito.
Com base nestes considerandos, entendo que o CE deveria ter aconselhado a Sra. Ministra da Educação a:
1. Suspender o presente processo de avaliação dos professores, criando assim as condições necessárias à promoção de um modelo de avaliação capaz de suprir as principais debilidades detectadas até ao momento e reunir a consensualidade necessária à sua aplicação.
2. Contabilizar integral e retroactivamente, a título excepcional, o tempo de serviço prestado até à entrada em vigor do modelo de avaliação referido no número anterior para efeitos de progressão na carreira, nos termos da avaliação efectuada.
3. Exigir aos professores contratados, a título excepcional, uma avaliação nos termos do último modelo de avaliação aplicável.
Caparide, 12 de Março de 2008
José Eduardo Lemos, Conselheiro do Distrito do Porto
José Alfredo Mendes, Conselheiro do Distrito de Braga

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No parlamento, a oposição chumba ministra.

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Esta terça-feira o parlamento discutiu a política de Educação do Governo. Uma interpelação ao executivo que foi agendada pelo Partido Comunista e durante a qual a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, apesar das críticas insistentes da oposição, voltou a defender as políticas que tem seguido. No debate da interpelação do PCP sobre Educação, na Assembleia da República, o deputado comunista António Filipe foi o mais crítico afirmando que o Governo «sai desta interpelação com a arrogância com que entrou».
«Ficou muito claro que um dos problemas da educação em Portugal e que o governo se recusa aprender. A sua política educativa já caiu irremediavelmente no fundo», salientou o deputado do comunista.
Maria de Lurdes Rodrigues, e o Governo, insistiu num balanço de três anos de governação como a maior «eficiência na organização das escolas».
O PSD, pela voz de Pedro Duarte, disse que os sociais-democratas «estão preparados para reabrir a discussão da [sobre a avaliação dos professores] e, se a ministra assim decidir, o PSD traz já amanhã para o parlamento a sua proposta de avaliação dos docentes».
Ana Drago, deputada do Bloco de Esquerda, perguntou por duas vezes qual a solução para a contestada avaliação, que originou a manifestação de 100 mil professores, ou se a ministra achava que tinha condições para continuar «a fingir uma política educativa».
«A minha obrigação não é dar as respostas que a senhora deputada quer ouvir. A minha obrigação é responder com resultados. Respondo com aquilo que faço, com a política educativa», respondeu a ministra.
Este tipo de resposta levou Ana Drago a dizer que a ministra «não quer ou não sabe dar respostas» e por isso «está chumbada».
António Filipe, a meio do debate, dizia, com ironia, que ainda tinha esperança de ouvir Maria de Lurdes Rodrigues responder.
António Filipe tinha, aliás, lançado uma outra pergunta sobre quando pensava o Governo pagar aos professores as aulas de substituição, depois de uma decisão nesse sentido dos tribunais.
José Paulo Carvalho, deputado CDS-PP, fez a contabilidade e concluiu que, das nove perguntas feitas pela sua bancada, «apenas três foram respondidas».
Fonte: TSF Online

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Os Professores, a Avaliação e os Mirones da Educação

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Não resisti a transcrever esta carta que recebi por e-mail:

Sendo professora com 32 anos de carreira, tenho seguido  e sofrido dia a dia não só com as imposições, e divagações do Ministério, mas também com a perseguição de que os docentes têm sido alvo.
Talvez o facto de leccionar Língua e Cultura Portuguesa no Estrangeiro me tenha dado uma visão de sistemas de educação que me permite fazer comparações que não estariam tão ao meu alcance se leccionasse só em Portugal.
Neste ponto só tenho a dizer que o modo como o Ministério da Educação e muitos Encarregados de Educação actualmente tratam os professores seria inconcebível e inaceitável em qualquer país civilizado.
Mas o que mais me espanta, e quase me daria vontade de rir, se o assunto não fosse tão sério, é o elevado número de indivíduos, oriundos de várias camadas sociais e profissionais, que até hoje nenhum interesse mostraram pela Escola, mas que de um dia para o outro se tornaram peritos em Educação e sabem tudo, mesmo tudo!
São absolutamente espantosos as comentários feitos, publicamente, à Manifestação de Professores no passado dia 8 de Março.
O Jornalista Emídio Rangel dá-lhes o nome de “hooligans”, uma “senhora” (aspas intencionais) que pôs um artigo na Internet (Portugal Notícias, 13.03) apelida a marcha de professores de “marcha de chulos”. Outro jornalista do Correio da Manhã diz que os professores “andaram aos saltinhos pelas ruas”. Um senhor reformado ( PWB Netcabo 12.03) queixa-se que começou a trabalhar aos 14 anos, mudou 10 vezes de emprego, tem uma pequena reforma e que os malandros dos professores ficam com boas reformas sem fazer nada, ou quase nada!
E todos concordam em, pelo menos, quatro pontos : os professores são uns madraços, preguiçavam à conta do Estado, pelam-se de medo da avaliação e viva a  Sra. Ministra que vai meter isto tudo na ordem! Os professores são o bode expiatório da nação. Dilapidaram os cofres do Estado e não ensinaram nada aos coitados dos alunos.
Avaliem-nos! Avaliem-nos ! – grita a multidão – os professores andaram anos e anos armados em espertos, a passar  e a chumbar alunos à sua livre vontade, agora somos nós que os passamos ou chumbamos, nós, os pais e os alunos, e só passamos quem quisermos!
Ora, meus caros – e menos caros – amigos, há aqui vários equívocos graves.
Para começar, todos os professores são profissionais com uma formação estruturada, aplicada e aprovada pelo Ministério da Educação. Os professores e os médicos são as duas categorias profissionais em que são perfeitamente visíveis os resultados do seu trabalho e em que a avaliação é feita dia a dia, no local de trabalho, através dos resultados que atingem. Se o médico não consegue descobrir o tratamento adequado ou comete um erro, o doente morre.
Se o professor não ensina, logicamente, o aluno não aprende.
Mas agora surge o ponto crucial da questão:
Se o doente não tomar os medicamentos e não seguir os conselhos médicos, no caso de morrer, a culpa é do médico? Ou se o médico não tiver os medicamentos para ministrar e os instrumentos para a operação, se o doente morrer, a culpa é dele? É lógico que não é. Mas nesse caso, porque andam a culpar os professores dos maus resultados dos alunos, se lhes retiraram todos – ou quase todos os”medicamentos ” e “instrumentos” de que dispunham para exercer a sua profissão?
Refiro-me aqui ao respeito, à autoridade dentro da sala de aula, à possibilidade de fazer com que os alunos estivessem quietos, calados , prestassem atenção à aula, não faltassem e tentassem, pelo menos, atingir a nota mínima para passar de ano.
Actualmente, nada disto é possível. Se o professor tenta tirar o telemóvel ao aluno, porque está a enviar mensagens em vez de seguir a aula, recebe ameaças – e não só – de agressão física da parte do aluno e dos pais do  mesmo.
Quando um Director de Turma telefona para os pais de um aluno, porque já há vários dias este não aparece nas aulas, é insultado e os pais dizem-lhe que não tem nada a ver com isso.
Mas não há nenhum problema, porque actualmente e devido às sábias medidas da Sra. Ministra, quase não é preciso os alunos irem às aulas para fazerem o 9° ano! Podem faltar quanto quiserem e não precisam de ter nota suficiente, mas, se mesmo assim não conseguirem, têm as “Novas Oportunidades”, em que conseguem terminar a escolaridade mesmo sendo semianalfabetos.
Mas ai do docente que cometa um erro! A “senhora” que mencionei acima falava, indignadíssima de uma professora que Tinha Cometido Um Erro No Enunciado DE UM TESTE! Do modo em que apresentava a questão, parecia que daí poderia resultar o fim do mundo, ou, pelo menos, a terceira Guerra Mundial.
Mas continuando, de quem é a culpa? De um Ministério que abandalha (peço perdão da palavra, mas é a mais correcta) ao máximo as condições do ensino, que retira aos professores todas as possibilidades de ministrar um ensino em condições, que permite presentear com certificados do 9° ano todo o arruaceiro, faltista e preguiçoso que nunca quis fazer nada na escola, só para camuflar os erros ministeriais que cometeu?
A quem admira que, nestas condições, o “doente ensino” morra, ou fique pelo menos incapacitado?
Avaliação! Avaliação! Avaliação! -grita a multidão. Vamos avaliar os incompetentes dos professores!
E a Sra. Ministra rejubila. Sim, porque enquanto estiverem ocupados com um processo de avaliação tão incorrecto, tão moroso, complicado desnecessariamente ao mais alto grau, os professores não vão sequer ter tempo para comer ou dormir, quanto mais para ensinar, criticar o sistema de ensino ou organizar manifestações.
Mas todos estes peritos do ensino de chocadeira podem estar descansados!
Daqui a alguns (poucos) anos, quando tiverem medo de sair de casa porque correm o risco de ser assaltados na próxima esquina – quem não ganha dinheiro e não sabe onde o ir buscar, vai roubar – quando forem pessimamente atendidos nos Correios, no Banco ou numa loja, quando estiverem três meses à espera de telefone porque o seu nome vem sempre soletrado errado, quando se sentirem
preocupados com graves problemas de desemprego, criminalidade, tráfico de droga ou prostituição, lembrem-se de que ajudaram, um pouco, a criar uma geração sem valores estabelecidos, sem conhecimentos básicos, sem regras de comportamento, sem hábitos de trabalho,  porque que lhes foi  permitido andar na escola sem fazer nada e pensar que não é preciso fazer nada para ter tudo, sem reflectirem no choque que esses jovens vão sofrer quando chegarem à vida real e ao mercado
de trabalho e ver que as coisas não são nada como lhes fizeram crer. Os que batem nos professores hoje vão ser ou os criminosos ou os explorados pelas empresas amanhã.
Pensem nisto, meus caros – e menos caros – amigos. Pense nisto também, Sra. Ministra!
Pensem que  a escola deveria ser uma preparação para a vida. Já o foi, e sei isso, porque trabalhei nesses moldes.
Agora não é uma preparação para nada, a não ser um futuro muito incerto.
Os erros que se cometem com uma geração reflectem-se nas gerações seguintes.
Pensem nisso.
Nuremberga, Alemanha, 15.03.08
Maria Teresa Duarte Soares – Professora

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