Desporto
Estádio Olímpico Pequim 2008
0O “Ninho de Pássaro” já espera pelos atletas, pelo público, e pelas emoções dos grandes eventos desportivos! Já faltam poucos dias para o início dos Jogos! Mais uma vez, na mesma altura dos Jogos, vou de férias!…
Foto de Reuters Pictures
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Novo Record Nacional do Lançamento do Dardo
0O atleta do FC Porto, Elias Leal, estabeleceu este domingo um novo recorde português do lançamento do dardo, ao conseguir 72,73 metros no segundo ensaio da prova incluída no Meeting de Lançamentos da Associação de Atletismo de Portalegre.
O anterior recorde datava de 1999 e pertencia ao sportinguista Filipe Ventura, com 72,49 metros.
Parabéns Elias!
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Atletismo – Novo Record Nacional
0A atleta Jéssica Augusto estreou-se sexta-feira nos 3.000 metros obstáculos e logo com um novo recorde português, o que lhe valeu o apuramento para os Jogos Olímpicos de Pequim (já possuía mínimos nos 5000 metros) e a medalha de bronze na competição de Huelva.

Jéssica terminou a distância em 9.22,50 minutos, retirando quase 12 segundos ao anterior máximo nacional que pertencia a Sara Moreira. O resultado foi ainda a sétima melhor marca mundial do ano, bem abaixo do mínimo olímpico (9.46,00).
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Professor inventa novo desporto: a “Tripela”
0Misturar os pés com as mãos no desporto pode ser sinal de confusão, mas assim não é de acordo com a proposta de Rui Matos, professor de Educação Física e “inventor” de uma nova modalidade, a tripela.
Com um nome parecido com trivela – chutar com a parte exterior do pé -, a tripela foi buscar a designação ao facto de o movimento no jogo se fazer em três estágios: recepção, largar e pontapear. ”Foi também uma questão de marketing em relação ao movimento da trivela, dos três dedos da parte exterior do pé, mas também porque o nosso jogo tem três momentos fulcrais”, revelou Rui Matos. Para este professor de Educação Física, que chegou a ser futebolista nos juniores da Naval 1 Maio e treinador de andebol na União de Leiria, é aliciante a dinâmica de jogo com um movimento em que se pode agarrar com a mão e passar com o pé. O jogo consiste nessa mistura de conceitos de andebol e futsal e disputa-se em pavilhão com cinco jogadores de campo, cujo objectivo é marcar golos ao longo dos 60 minutos da partida (30 mais 30).
Curioso é que esta nova modalidade não tem guarda-redes, qualquer jogador na área defensiva pode defender, e se uma equipa vencer os primeiros 30 minutos e a outra os seguintes é necessário desempatar por grandes penalidades. Outra novidade que a tripela apresenta é um jogador especial, designado “joker”, cujos golos são mais valiosos e que tem privilégios, sobretudo na recepção, em relação aos restantes jogadores de campo.
O jogo vai buscar regras ao andebol e ao futsal e por isso mesmo Rui Matos propôs o primeiro jogo oficial, no sábado, entre a equipa de andebol da Juventude Desportiva do Lis e a de futebol do Núcleo sportinguista de Leiria de futsal. Nos cartazes de lançamento do jogo Rui Matos colocou a pergunta “quem será mais forte? Os pés ou as mãos?”, desafiando as duas equipas que, na verdade, se propõem “misturar” as duas coisas no jogo da tripela. ”Penso que será um jogo de muita desmarcação, muita movimentação, uma vez que o contacto físico é praticamente inexistente, já que enquanto o jogador não completar a tal tripela (recepção, largar e pontapear) ninguém o pode impedir”, explicou ainda Rui Matos.
In: RTP e Mais Futebol
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Começa a aquecer!
0Enquanto a maioria está empolgada com o Campeonato da Europa de Futebol, eu já começo a pensar nos grandes eventos que vão ter lugar nos Jogos Olímpicos de Pequim. Naturalmente, estou mais interessado no que se irá passar nas competições de Atletismo.
Isto vêm a propósito do mais recente record do mundo nos 110 metros barreiras (do atleta cubano de 21 anos, Dayron Robles, que retirou 1 centésimo de segundo à anterior melhor marca mundial do chinês Xiang Liu, realizando a marca de 12,87 segundos. Peço desculpa aos atletas, treinadores e adeptos das outras modalidades, e não lhes estou a retirar o mérito, mas, a modalidade Olímpica de eleição é e sempre será , o Atletismo. Não existe nada mais emocionante, característica específica dos desporto em sí, do que presenciar um despique entre os melhores atletas do mundo e observar o resultado final! As condicionantes são tantas que o resultado final é quase sempre imprevisível. Há atletas que se excedem em confrontos directos, existem outros que se diminuem, enfim, atletas que não sabem que estratégia seguir pois não têm lebres de serviço… etc. Sempre senti especial admiração pelos atletas dos 110 metros barreiras, que tendo uma prova tão rápida e tão técnica, deve deixar os seus nervos à flôr da pele. É aqui que se revelam os grandes competidores e, arrisco-me a dizer, a esta distância da final Olímpica dos 110 metros barreiras, que o mais certo será vencedor o chinês Xiang Liu, embora o cubano esteja em ascenção.
Obs: é engraçado que depois de cerca de 6 meses afastado do desporto, agora que começo a fazer alguma actividade desportiva (BTT), começo pouco a pouco a aproximar-me do atletismo, novamente! Mas, ainda estou longe…
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