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Naquele tempo quando se criou o mundo, e para que os homens e as mulheres prosperassem, o Criador concedeu-lhes duas virtudes:
a) Aos suíços, fê-los metódicos e cumpridores da lei;
b) Aos ingleses, persistentes e estudiosos;
c) Aos japoneses, trabalhadores e pacientes;
d) Aos italianos, alegres e românticos;
e) Aos franceses, cultos e refinados.
f) Aos alemães, disciplinados e bravos.
Ao chegar aos portugueses,  Deus voltou-se para o anjo, que tomava notas, e disse:  – Os portugueses vão ser inteligentes, boas pessoas e vão apoiar a Ministra da Educação. Então o anjo disse: – Senhor, deste a todos os povos apenas duas virtudes e aos portugueses três… Isto fará com que prevaleçam sobre todos os demais. Então o Criador reflectiu e disse: – Tens razão… Mas virtudes não se podem tirar, por isso, ordeno que os portugueses podem ter qualquer das três, mas que a mesma pessoa não possa ter mais do que duas virtudes de cada vez.
Assim sendo:
1. Português que apoia a Ministra da Educação e seja boa pessoa, não pode ser inteligente.
2. Português que seja inteligente e que apoie a  Ministra da Educação, não pode ser boa pessoa.
3. Português que seja inteligente e boa pessoa, não pode ser dos que apoiam a  Ministra da Educação.

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